domingo, 26 de setembro de 2010

Semana Kardec

Aproveitando a chegada da Semana Allan Kardec, vamos relembrar alguns pontos essenciais de suas obras.

“Paris, 1857, manhã de primavera, um homem em uma livraria, com alguns amigos, lança a obra: O Livro dos Espíritos. Em um século dominado pelo cientificismo e pelo materialismo, em especial pelas correntes do Evolucionismo (Darwin e Lamarck), Positivismo (Comte), Determinismo (Taine), Socialismo (Marx e Engels), em verdade, naquela manhã tivemos o florescimento de um movimento espiritual que iria assinalar fecunda e intensamente o nosso mundo.”

“...algumas de suas contribuições para a humanidade repensar seus caminhos, recriar o sentido da existência, e também tecer escolhas, inclusive em direção a uma das dimensões mais fortes e ao mesmo tempo mais frágeis: seus sonhos, seu desejo profundo de sentir-se irmanada com tudo o que existe, de pertencer ao sagrado, de reconhecer-se no eterno.”

“...é a luta por religar, já no século XIX, o que há séculos temos pensado separado e feito separar: indivíduo e sociedade, matéria e espírito, razão e emoção, lógica e mistério, material e imaterial, entre outros. (...) A obra de Kardec é, deste modo, recuperada naquilo que nos pode ensinar a religar o que indevidamente desejamos separar, e a compreender a existência com estética e ciência, com emoção e razão, com corpo e alma.”

Trechos retirados do livro "A menina que aprendeu a ler nas lápides - e outros diálogos de criação". Severino Antônio




Para informações sobre a Semana Kardec - Botucatu, acesse: http://www.useinterbotucatu.com.br/

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